Ficha de leitura nº6
Unidade de ensino: Imunidade e controlo de doenças
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Resumo: A imunoterapia é uma das grandes apostas e traz muita esperança para os próximos anos.
Carlos Morna, 72 anos, faz parte de um grupo doentes que está a testar, nos hospitais de Coimbra, uma 'vacina' contra o cancro do pulmão.
"A imunoterapia é uma das grandes apostas e traz muita esperança para os próximos anos. Funciona como uma vacina. Pretende-se que estimule os linfócitos, que são as defesas do corpo, e que estes matem as células do cancro", explica ao DN Fernando Barata, diretor do serviço de pneumologia do hospital dos Covões (Centro Hospitalar Universitário de Coimbra).
O que se quer, não é diferente do que as nossas defesas já fazem quando surge uma gripe. O novo tratamento vai ser debatido no 6º Congresso Português do Cancro do Pulmão, que começa hoje. O primeiro ensaio clínico de fase III com imunoterapia em Coimbra arrancou com quatro doentes.
O médico vai também apresentar o primeiro estudo realizado em Portugal que mostra a percentagem de doentes com cancro avançado que têm a mutação do recetor do fator de crescimento epidérmico (EGFR).
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