Homem acelerou em mil vezes a taxa de extinção de espécies
Ficha de Leitura nº 5
Unidade de Ensino: Preservar e
Recuperar o Meio Ambiente
Conteúdo/assunto: O biólogo
Stuart Pimm, da Universidade Duke, aponta que antes da existência humana, o
ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Atualmente,
essas é de 100 a cada 1.000 por ano, isto comprova que a ação humana acelerou
em mil vezes a taxa de extinção das espécies de plantas e animais do planeta,
em comparação com a taxa natural.
Homem acelerou em mil vezes a taxa
de extinção de espécies, diz estudo
Pesquisa foi publicada na edição impressa da revista 'Science'.
Apesar do alarme, tecnologia dá esperança para preservar biodiversidade.

Um novo estudo publicado nesta sexta-feira (dia 30 de maio) na
edição impressa da revista “Science” afirma que a ação humana acelerou em mil
vezes a taxa de extinção das espécies de plantas e animais do planeta, em
comparação com a taxa natural.
Os dados levantados pelo biólogo Stuart Pimm, da Universidade
Duke, dos Estados Unidos, apontam que antes dos humanos, o ritmo de extinção
era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Atualmente, essas cifras são de
100 a cada 1.000 por ano.
Apesar dos números alarmantes, o investigador afirma que está
otimista porque novas tecnologias permitem aos ambientalistas intensificar
esforços para manter a biodiversidade.
Entre eles está a criação de um mapa, desenvolvido pelo cientista
Clinton Jenkins, do Instituto de Pesquisas Ecológicas, localizado no Brasil,
que mostra onde as espécies mais vulneráveis vivem.
O método ajuda a definir prioridades de conservação desses locais
e, desta forma, evitar o desaparecimento de animais ou plantas.
Historicamente, a Terra passou por cinco grandes extinções, que
aniquilaram mais da metade da vida do planeta.
Atualmente, há um debate entre os cientistas que se perguntam se a
humanidade será a causadora da próxima destruição massiva de espécies.
No entanto, já está na “conta de culpa” do ser humano o
desaparecimento do pássaro Dodó (Raphus
cucullatus), do lobo-da-Tasmânia (Thylacinus cynocephalus) e do
lobo-das-Malvinas (Dusicyon
australis).

O dodó,
tipo de ave que foi extinto da natureza
devido à ação humana
devido à ação humana

Lobo-da-Tasmânia
empalhado em museu; último exemplar morreu em 1936
Fonte: sobiologia.com, Maio 2014
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